A frustração de Amorim foi agravada pela recusa categórica em contratar jogadores do seu antigo clube, o Sporting, de Portugal. Ele havia identificado quatro alvos principais para ajudar a implementar seu sistema: Geovany Quenda, Ousmane Diomande, Salvador Blopa e Morten Hjulmand.
O United temia repetir o legado de Erik ten Hag no Ajax, onde o elenco ficou repleto de ex-jogadores do técnico que não conseguiram se adaptar ao futebol inglês. Como resultado, apostas válidas foram descartadas simplesmente por sua ligação com o Sporting.
A perda mais dolorosa foi a de Quenda. O jovem prodígio de 18 anos era acessível e havia conversado com o United. No entanto, os olheiros acharam seu perfil muito semelhante ao de Amad Diallo, e o interesse esfriou. Essa hesitação permitiu que o Chelsea fechasse um acordo de 42 milhões de libras pelo ponta, que se transferirá para Stamford Bridge ao final da temporada.
Da mesma forma, Amorim via Hjulmand como o volante ideal, um jogador que não precisava de instruções táticas. A diretoria discordou, preferindo esperar pelos alvos identificados para a janela de início de temporada. Os defensores Diomande e Blopa também foram descartados da lista, deixando Amorim com uma defesa que carecia de habilidades específicas necessárias para sua formação de três zagueiros.