A ideia de que é mais fácil marcar gols na Serie A do que na Premier League é, obviamente, discutível. Ainda assim, os críticos tinham razão ao apontar que sair do United não foi exatamente uma decisão de Højlund. Durante todo o verão europeu, ele deixou claro que queria ficar e “lutar pelo seu espaço”, mas acabou sendo jogado para fora de Old Trafford pelo técnico Rúben Amorim, após a contratação de Benjamin Šeško por 74 milhões de libras (mais de R$ 500 milhões).
Mesmo que Højlund tenha tido pouca voz em sua saída do United, uma coisa ficou muito clara: a ida para o Napoli foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. Segundo o diretor esportivo do clube, Giovanni Manna, “times mais tradicionais” demonstraram interesse no atacante, mas Højlund sentiu que jogar no Estádio Diego Armando Maradona era “exatamente o que precisava neste momento da carreira” — e a escolha já se mostrou certeira.
Para Manna, a compra definitiva por 38 milhões de libras (quase R$ 280 milhões), condicionada à classificação para a Champions League, é praticamente “mera formalidade”. Afinal, enquanto Šeško sofre ainda mais no United de Amorim do que o próprio Højlund sofreu, o dinamarquês renasceu na Itália sob o comando de Antonio Conte.
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